Eliezer Setton





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Biografia



Filho de Salomão Setton Neto, que foi Rei Momo do carnaval de Maceió por 19 anos consecutivos, e de Terezinha Otílio Setton, Eliezer Setton começou a compor em 1976 e no ano seguinte participou do seu primeiro festival de música, o que resultou em sua primeira música gravada, Desesperança, e lhe proporcionou o ingresso no já existente Grupo Terra, grupo musical que foi um marco da cultura alagoana do final dos anos 70 e início dos anos 80.

Em 1983, depois de distinguir-se no IV Festival Universitário de Música, promovido pelo Diretório Central Estudantil da Universidade Federal de Alagoas, conquistando o segundo e terceiro lugares como compositor, além do prêmio de melhor intérprete[6], aventurou-se como músico da noite atuando em Maceió, São Paulo (1984) e Rio de Janeiro (1985-1989), fazendo o tradicional voz e violão. De volta a Maceió, em 1989, continuou sua trajetória de festivais, culminando com as participações no Canta Nordeste (transmitido ao vivo pela Rede Globo para toda a Região), onde foi finalista em 1994 e 1995 com as músicas Serra Pau e Quem dera que sesse, respectivamente.

Compositor eclético, é na música nordestina que vem colhendo os melhores frutos. Da parceria com Pedro Sertanejo, pai de Oswaldinho do Acordeon, surgiu Campo Formoso, o primeiro forró com sanfona e tudo, gravado por Eliezer num disco de Pedro Sertanejo, em 1982. Da parceria com Oswaldinho do Acordeon, nasceu, dentre outras, Na hora H, música que Elba Ramalho gravou em 1992 e foi indicada para o VI Prêmio SHARP. O casamento com o Forró estava sacramentado e o compositor passou a ser gravado pelos intérpretes do cancioneiro nordestino.

No dia 11 de agosto de 1995, no Circo Pirueta, armado na pista de aeromodelismo da Praça Sinimbu, em Maceió, abriu a Primeira Mostra de Inverno de Música, o que seria seu primeiro espetáculo solo à frente de uma banda. O compositor convenceu o intérprete a trilhar também o caminho do forró.

Em 2009, Eliezer amplia o leque de gêneros e grava o CD Brasil – Hinos à Paisana, cujo repertório contempla dez dos mais representativos hinos do cancioneiro cívico brasileiro.

Em 2011, Eliezer volta ao Forró no CD “O Quelso”, que apresenta uma exclusiva e interessante versão da popular “My way”, que ganha ares forrozeiros e ficou “Bem a meu jeito”.