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DEZEMBRO DA PAZ

Cultura de paz! Uma construção necessária!

E você? O que pensa? Vem com a gente?

Vivemos um momento conturbado e difícil no mundo. Pandemia, intolerâncias e violências de toda a natureza, guerras não imaginadas em pleno no século XXI.

Todos temos um desejo de esperança, de leveza ... de paz!

Queremos nos deixar invadir pela Paz! Contribuir para a construção de uma Cultura de Paz!


Mas oqueremos dizer com isso?


Por uma cultura de paz entendemos “assegurar que os conflitos resultantes das relações humanas sejam resolvidos de forma não violenta, baseada em valores tradicionais de Paz: justiça, liberdade, equidade, solidariedade, tolerância e respeito pela dignidade humana”. *


Trazendo para o nosso dia a dia, queremos propor a construção de uma Cultura de Paz que se traduza em :

Paz que rejeite todo tipo de violência Paz nas redes sociais Paz entre família e amigos Paz entre os países Paz com respeito às várias religiões Paz que respeita as mulheres, a cor da pele, as comunidades LGBTQIA+

Paz que respeita os povos originários Paz que respeita as causas climáticas, a preservação da Amazonia e os animais Paz que vem das crianças

Paz garantindo o direito de você ser quem quiser

Paz de silenciar a mente e se encontrar com você mesmo

A paz que a música traz !


Como tudo começa com a gente, o que acha de refletir sobre algum tipo de ação pela construção de uma Cultura da Paz que dependa só de você ?


Aqui vai, como inspiração, a música A paz de Gilberto Gil e João Donato, numa interpretação incrível do Yahoo e nosso querido e saudoso Erasmo Carlos!

A PAZ

A paz invadiu o meu coração

De repente, me encheu de paz Como se o vento de um tufão Arrancasse meus pés do chão Onde eu já não me enterro mais

A paz fez um mar da revolução Invadir meu destino; A paz Como aquela grande explosão Uma bomba sobre o Japão Fez nascer o Japão da paz

Eu pensei em mim Eu pensei em ti Eu chorei por nós Que contradição Só a guerra faz Nosso amor em paz

Eu vim Vim parar na beira do cais Onde a estrada chegou ao fim Onde o fim da tarde é lilás Onde o mar arrebenta em mim O lamento de tantos “ais”


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